Subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina é prorrogado por 30 dias
O governo prorrogou por 30 dias o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina, em resposta ao agravamento da guerra no Oriente Médio e à disparada do preço do petróleo.
O governo prorrogou por 30 dias o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina, em resposta ao agravamento da guerra no Oriente Médio e à disparada do preço do petróleo.
O dólar encerrou a quarta-feira (22) no menor nível desde 2 de junho, impulsionado pela valorização do petróleo, fluxo de capital estrangeiro e juros altos no Brasil. A Bolsa também avançou, superando 177 mil pontos.
O dólar caiu para R$ 5,07, o menor nível em um mês, impulsionado pelos juros altos no Brasil e pela alta internacional do petróleo. A bolsa de valores encerrou estável, mas acumulou a quinta queda seguida.
O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5,09, com o real favorecido pelos juros altos e pela valorização do petróleo. A bolsa de valores registrou a quarta queda seguida, pressionada por perdas de mineradoras.
O dólar à vista renovou a mínima da sessão, caindo a R$ 5,0734, com suporte do petróleo em patamar elevado. O mercado cambial operou sem direcionador específico, mas o avanço do petróleo, após bloqueio naval na Arábia...
Dólar sobe para R$ 5,11, Ibovespa fecha estável e petróleo dispara quase 5% em dia de tensão no Oriente Médio e pessimismo com IA. Aversão ao risco global impacta mercados, mas real se destaca entre emergentes.
Mercados financeiros fecharam em cautela nesta quinta (16). O dólar encostou em R$ 5,10, impulsionado pelo cenário externo e tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras.
O dólar caiu para R$ 5,07, menor nível em um mês, após inflação dos EUA vir abaixo do esperado, reduzindo apostas de alta de juros do Fed.
Juros futuros no Brasil subiram com a escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo. Ameaças de ataque dos EUA ao Irã e o bloqueio marítimo impulsionaram a aversão ao risco, elevando taxas de DI.
O dólar à vista fechou em queda de 0,09% a R$ 5,1484, influenciado pela moderação do risco e oscilações do petróleo.
O governo Lula adiou a reavaliação do fim da subvenção à gasolina e a retirada total do subsídio ao diesel devido à alta do petróleo, impulsionada pelas tensões entre EUA e Irã.