PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre, mostra IBGE
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o primeiro trimestre, e 2% em relação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 3,4 trilhões.
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o primeiro trimestre, e 2% em relação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 3,4 trilhões.
O Boletim Focus revela que o mercado financeiro rebaixou as projeções de inflação e crescimento do PIB para 2026.
O dólar se aproximou de R$ 5,20 nesta sexta-feira (28) após sinalização mais dura do Federal Reserve sobre a inflação nos EUA, elevando apostas de alta de juros.
O dólar à vista oscilou perto da estabilidade nesta quinta-feira (27), impactado por uma agenda econômica carregada no Brasil e no exterior.
O dólar fechou em R$ 5,14, o menor valor em 10 dias, impulsionado pelo alívio no mercado externo e enfraquecimento da moeda americana. A bolsa brasileira subiu 1,85%, e o petróleo Brent avançou 6,6% na semana.
O aplicativo do Tesouro Direto foi desativado nesta segunda-feira (17). A mudança faz parte do desenvolvimento de uma nova experiência para investidores.
O mercado financeiro mantém estáveis as projeções para os principais indicadores econômicos do Brasil em 2026, incluindo inflação (IPCA), taxa Selic, PIB e câmbio. Para 2027, há pequenas variações.
O mercado financeiro fechou com o Ibovespa em leve queda de 0,19% e o dólar comercial em alta de 0,53%. Bolsas externas também recuaram, enquanto o euro e o ouro registraram variações.
Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas para a inflação em 2026, que deve fechar o ano em 5,02%.
As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 7,15 bilhões em julho, segundo o Banco Central.
O dólar à vista fechou em leve alta a R$ 5,0870 nesta segunda-feira, impulsionado pela queda do petróleo e a expectativa do mercado pelo comunicado do Copom.
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), impulsionado pelo alívio externo e pela expectativa de corte da Selic pelo Copom.