Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando para 14% ao ano.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando para 14% ao ano.
O IPC-Fipe deve fechar agosto com alta de 0,21% em São Paulo, revertendo a queda de julho, impulsionada pela estabilização dos preços dos alimentos.
As projeções do Banco Central indicam queda da inflação e da Selic até 2026, com o Boletim Focus apontando 5,03% de inflação para este ano. O Sebrae destaca otimismo para pequenos negócios e atua para ampliar acesso ao crédito via Fampe, que já movimentou R$ 16 bilhões.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia reunião para definir a Taxa Selic, em meio a projeções de mercado para novos cortes nos juros e redução das expectativas de inflação.
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), impulsionado pelo alívio externo e pela expectativa de corte da Selic pelo Copom.
O mercado financeiro reduziu as expectativas para os índices de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa básica de juros. Segundo o Boletim Focus, a Selic deve fechar 2026 em 13,75%.
O feijão e os legumes lideraram as altas da cesta de alimentos no varejo em junho, com o feijão subindo 8% e os legumes 4,2% na média nacional. O café, açúcar e ovos registraram quedas.
As vendas do Tesouro Direto atingiram o segundo maior volume da história em junho, impulsionadas pelo Tesouro Reserva, somando R$ 14,76 bilhões. O recorde histórico de março foi superado por apenas R$ 30 milhões.
Mercado financeiro reduz pela quarta semana consecutiva a expectativa de inflação (IPCA) para 2026 no Brasil, projetando 5,12%.
O governo prorrogou por 30 dias o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina, em resposta ao agravamento da guerra no Oriente Médio e à disparada do preço do petróleo.
O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5,09, com o real favorecido pelos juros altos e pela valorização do petróleo. A bolsa de valores registrou a quarta queda seguida, pressionada por perdas de mineradoras.
O dólar caiu para R$ 5,07, menor nível em um mês, após inflação dos EUA vir abaixo do esperado, reduzindo apostas de alta de juros do Fed.