Redução do desmatamento contrasta com argumentos dos EUA para tarifaço
Dados do Imazon revelam que 588 áreas protegidas da Amazônia não registraram desmatamento entre janeiro e junho, e a floresta teve a menor taxa em 8 anos.
Dados do Imazon revelam que 588 áreas protegidas da Amazônia não registraram desmatamento entre janeiro e junho, e a floresta teve a menor taxa em 8 anos.
R$ 92,4 bilhões em crédito rural público foram destinados a áreas com alertas de desmatamento ou degradação entre 2019 e 2025, representando 15% do total.
A Operação Capão da Onça foi deflagrada nesta sexta-feira (17) para investigar um grupo suspeito de ocupar irregularmente uma área rural, manter vigilância armada, negociar lotes clandestinos e provocar danos ambientais em Nova Brasilândia do Oeste.

Ambientalistas e parlamentares debateram avanços e retrocessos na política ambiental brasileira em sessão na Câmara. Enquanto a redução do desmatamento na Amazônia é celebrada, críticas são feitas a leis aprovadas pelo Legislativo. Propostas para bioeconomia e mercado de carbono também foram discutidas.
Especialistas debateram na Câmara a necessidade de maior transparência e controle socioambiental para os Fiagros, fundos de investimento agroindustriais. A discussão visa evitar que recursos privados financiem atividades ilegais como desmatamento e trabalho análogo à escravidão.
As áreas sob alerta de desmatamento registraram queda expressiva na Amazônia Legal e no Cerrado entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os alertas na Amazônia somaram 1.324 km², redução de 35% em relação ao período anterior, quando foram identificados 2.050 km². No Cerrado, os alertas totalizaram 1.905 km², frente a 2.025 km². Queda de 6%. Notícias relacionadas:Gover...